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Vol. 54, No. 2 (2017): Abril- Junio

Tabla de contenidos

Artículo original

Sustentabilidade ambiental: gerenciamento de resíduos odontológicos no Serviço Público

Introdução: os Resíduos de Serviço de Saúde constituem um grande problema para a sociedade e para o meio ambiente, e o conhecimento de seu correto manejo é imprescindível para a formação do profissional da saúde.
Objetivo: verificar o conhecimento dos profissionais de Odontologia atuantes nas Unidades Básicas de Saúde de municípios do noroeste do estado de São Paulo, Brasil, sobre o correto manejo dos Resíduos de Serviço de Saúde.
Métodos: o instrumento de coleta de dados foi um questionário semiestruturado, preenchido durante as visitas nos estabelecimentos de saúde, a fim de verificar a conformidade do processo de gerenciamento de resíduos Odontológicos. Realizou-se análise descritiva. Além disso, aplicaram-se os testes do qui-quadrado e o Exato de Fisher para verificar associação entre o conhecimento do descarte de resíduos e a informação sobre o tema, ao nível de significância de 1%. As análises foram realizadas no programa BioEstat 5.0.
Resultado: do total (n= 74) dos profissionais, a maioria (97,3 %) diz saber o que são Resíduos de Serviço de Saúde e todos acreditam que eles podem fazem mal a saúde. No entanto, 41,9 % não responderam de forma correta como descartar os sugadores e luvas infectados e 20,3 % sobre o descarte de perfurocortantes. Em relação à informação sobre o tema, 40,5 % não obtiveram.
Conclusão: o conhecimento sobre o correto descarte dos Resíduos de Serviço de Saúde por esses profissionais ainda é falho. Isso reflete a importância de capacitar os profissionais e propor formas de gerenciamento adequadas dos Resíduos de Serviço de Saúde.

Palavras-chave : gerenciamento de resíduos; legislação sanitária; resíduos odontológicos; Brasil.

Adrielle Mendes de Paula Gomes, Artênio José Isper Garbin, Renato Moreira Arcieri, Tânia Adas Saliba Rovida, Cléa Adas Saliba Garbin
25 lecturas
Eficacia de un dentífrico con dióxido de silicio obliterante en pacientes con hiperestesia dentinaria

Introducción: la hiperestesia dentinaria se caracteriza por un dolor intenso y breve asociado a la exposición de estímulos térmicos, táctiles, osmóticos o químicos. De prevalencia creciente, reduce la calidad de vida del paciente.
Objetivo: evaluar la eficacia, aceptabilidad y tolerancia de un dentífrico con dióxido de silicio obliterante, nitrato potásico y monofluorofosfato sódico en pacientes con hiperestesia dentinaria.
Métodos: estudio observacional y longitudinal (n= 22) en el que se aplicó el dentífrico 3 veces/día durante 28 días. Se realizó una evaluación clínica, antes y después de la aplicación, a las 48 horas, a las 96 horas y los días 7, 14, 21 y 28 del estudio. Se evaluó su eficacia en términos de reducción de la hipersensibilidad dental determinada mediante técnica táctil (escala de calificación verbal) y de chorro de aire (escala de Schiff). En cada visita se valoró la tolerancia del producto. Los pacientes valoraron el grado de hipersensibilidad y su percepción del producto mediante un cuestionario de evaluación subjetiva. El estudio se realizó bajo los principios de Buena Práctica Clínica.
Resultados: la hipersensibilidad dental se redujo en todos los puntos temporales del estudio y fue significativa (p< 0,05) a partir del día 5. Esta mejoría fue sostenida y aumentó a medida que avanzó el tratamiento. El día 29 la hipersensibilidad media se redujo en un 85 % respecto al valor basal en todos los pacientes. El 91 % de los participantes opinó que el dentífrico había cumplido sus expectativas. No se observó ninguna reacción adversa derivada del uso del producto.
Conclusiones: el dentífrico, administrado 3 veces/día, consiguió una reducción de la hipersensibilidad dental, significativa a partir del día 5, que fue aumentando con el tiempo. El producto presentó muy buena aceptabilidad y tolerancia.

Palabras clave: hipersensibilidad dental; hiperestesia dentinaria; dióxido de silicio obliterante; nitrato potásico; fluoruro; dentífrico.

Francisco Javier Mira Otal, Fernando Vivancos Cuadras, Irene Zaldívar Notario, María de Miguel Gallo
21 lecturas
Influence of vasoconstrictors added to dental anesthetics on blood pressure and heart rate

Introduction: vasoconstrictors are substances added to local anesthetics to lengthen their time of action, reduce their toxicity and enhance their local hemostatic effect. There is controversy about whether the use of vasoconstrictors in dental anesthetics has a negative effect on blood pressure and heart rate.
Objective: determine the influence of vasoconstrictors added to dental anesthetics on blood pressure and heart rate.
Methods: an experimental study was conducted with 120 patients divided in two groups of 60. These patients attended clinics in the Dental Academic Unit of the Autonomous University of Guerrero from July to December 2015. Group A was given just 3 % mepivacaine, whereas Group B was given mepivacaine with epinephrine at a concentration of 1:100 000. Measurements were taken of the patients' heart rate, systolic blood pressure and diastolic blood pressure at two moments: at baseline before infiltration and 5 minutes after infiltration. Statistical analysis was based on Student's t-test for independent samples.
Results: heart rate and systolic blood pressure did not yield any statistically significant value. Diastolic blood pressure was the only hemodynamic parameter showing a statistically significant difference (t= 2.3; p= 0.02).
Conclusions: the results obtained coincide with those reported by similar studies. At the doses recommended, epinephrine is safe for healthy patients as well as for those with controlled cardiovascular conditions.

Keywords: vasoconstrictors; blood pressure; heart rate.

Salvador Reyes-Fernández, Norma Samanta Romero-Castro, Guillermo Miguel Contreras-Palma, Diana Isabel Cebreros-López, Valentín Nieves-Hosiko
28 lecturas
Redes sociais na aprendizagem em odontologia: opinião dos estudantes de uma universidade brasileira

Introdução: as redes sociais virtuais exercem papel decisivo na forma como os jovens percebem e se relacionam com as pessoas, o mundo e as informações. Como utilizar tecnologias de informação e comunicação presentes na vida cotidiana como ferramentas de aprendizagem na vida escolar?
Objetivo: avaliar a opinião de estudantes do Curso de Graduação em Odontologia da Universidade Federal de Pernambuco sobre a inclusão de redes sociais —Facebook, Whastapp e Instagram— como plataformas facilitadoras da aprendizagem em Biossegurança.
Métodos: a amostra foi constituída pelos estudantes matriculados na disciplina de Biossegurança e Ergonomia 2 (n= 53), os quais responderam a um formulário eletrônico do Google, no qual foram avaliadas a adesão, aplicabilidade e utilidade das redes sociais como plataformas educativas.
Resultados: A análise dos dados indicou que a adesão ao uso das redes sociais foi: 94,3 % (Facebook), 100 % (Whatsapp) e 88,7 % (Instagram). Todos consideraram o Facebook uma ferramenta vantajosa na disciplina, dos quais 60,4 % afirmaram que a maior utilidade está na facilidade de acesso e obtenção de material didático publicado na página virtual da disciplina. O Whatsapp também se mostrou útil para todos, sendo o esclarecimento rápido de dúvidas a utilidade mais citada (58,5 %). O uso do Instagram como método de aprendizagem foi considerado bom por 92,5 % dos entrevistados, com sua principal utilidade recaindo (trocar por um sinônimo) sobre a possibilidade de visualização de informações novas com textos de fácil leitura.
Conclusões: os jovens estudantes mostraram-se bastante receptivos à inclusão das redes sociais na aprendizagem da Biossegurança Odontológica, evidenciando-as como vantajosa no processo de aprendizagem, com utilidades específicas a depender da rede social utilizada.

Palavras-chave: mídias sociais; aprendizagem; odontologia.

Fábio Barbosa Souza, Maria Gabriela Quadros Lopes, Rivaldo Mendes de Lima Filho
83 lecturas
Aplicación de la Medicina Natural y Tradicional y dificultades para su uso en Estomatología

Introducción: en Cuba con la introducción de la Medicina Natural y Tradicional en Estomatología, se amplía el enfoque terapéutico para las afecciones bucomaxilofaciales. No obstante, en la actualidad se observan dificultades para su aplicación.
Objetivos: describir algunos aspectos de la aplicación de la Medicina Natural y Tradicional por estomatólogos del municipio Playa e identificar las dificultades que perciben para su utilización.
Métodos: se realizó un estudio descriptivo de corte transversal, de enero a mayo del año 2012, con la aplicación de un cuestionario elaborado al efecto a una muestra de 88 estomatólogos del municipio Playa, La Habana, Cuba. Las variables estudiadas fueron: años de graduado, especialidad, maestría, aplicación de la Medicina Natural y Tradicional en el tratamiento estomatológico, terapias aplicadas con mayor frecuencia, dificultades para su aplicación y recomendaciones para favorecer su utilización.
Resultados: en la muestra, el 58,0 % correspondió a profesionales con 1 a 20 años de graduados y el 60,2 % a especialistas en Estomatología General Integral. El 97,7 % refirió hacer uso de la Medicina Natural y Tradicional en el tratamiento estomatológico; la terapia más aplicada resultó ser la Fitoterapia (80,7 %). El 62,5 % refirió como dificultad, falta de conocimiento sobre estas terapias y el 35,2 % recomendó realizar cursos sobre las mismas.
Conclusiones: casi la totalidad de los encuestados refirieron aplicar la Medicina Natural y Tradicional en el tratamiento estomatológico. Las principales dificultades referidas para su aplicación fueron la falta de conocimiento sobre estas terapias y no disponer regularmente de los recursos necesarios en la consulta.

Palabras clave: medicina natural y tradicional; aplicación; estomatología; odontología.


Vivian Guillaume Ramírez, María Teresita Ortiz Gómez, Ileana Alvarez Artímez, María Estrella Marín Quintero
49 lecturas

Presentación de caso

Reconstrucción mandibular postraumática

Introducción: dentro de los factores que conducen a deformidades persistentes después de traumatismos craneofaciales, se incluye el tratamiento inicial excesivamente retardado. La reconstrucción mandibular ideal proporcionará un arco dentario sólido para articularse con el maxilar y restaurar el habla, deglución, masticación y estética.
Objetivo: caracterizar un caso de reconstrucción mandibular en una deformidad postraumática mandibular.
Presentación del caso: paciente femenina de 49 años que solo puede alimentarse con comida licuada a partir de un trauma craneofacial recibido seis meses atrás. Se encontró al examen físico facial asimetría con aumento de la dimensión vertical del tercio inferior de la cara con incompetencia bilabial, y al bucal que se trataba de una paciente desdentada total superior y parcial inferior rehabilitada protésicamente en la arcada maxilar, con imposibilidad para el cierre bucal y con la presencia de un escalón visible en el reborde residual a altura del 45 y por distal del 37. Se llegó al diagnóstico de una deformidad postraumática por fractura mandibular bilateral. Se valoró de conjunto con la especialidad de Prótesis, y se decidió tratamiento quirúrgico encaminado a la reconstrucción mandibular mediante abordaje cervical, refractura, reubicación mandibular con fijación de la guía oclusal y colocación de placas mandibulares de carga soportada con tornillos bicorticales. Se realizó el seguimiento por consulta externa después del alta hospitalaria. La paciente refiere estar muy conforme con su aspecto estético y con la mejoría funcional alcanzada.
Conclusiones: las secuelas postraumáticas se acompañan frecuentemente de daños en tejidos blandos y duros de la región facial con diferente grado de alteración estética y funcional para el paciente. Lograr restituir estos mediante la reconstrucción facial suele ser un reto profesional que puede ser mejor enfrentado mediante el tratamiento en equipo y transdisciplinario.

Palabras clave : reconstrucción mandibular; traumatismo múltiple; grupo de atención al paciente.


Denia Morales Navarro, Juan Guillermo Sánchez Acuña, Noelia Eduarzín Curet, Liván Elpidio González Forbe
21 lecturas
Imaging findings of a dilated odontoma shaped type II dens in dente in a mesiodens

Introduction: there are three types of dens in dente: Type I, minimal invagination confined to the crown of the tooth which does not extend beyond the amelocemental junction; Type II, invagination extends to the pulp chamber, but remains within the root canal with no communication with the periodontal ligament; and Type III, invagination extends to the root of the affected tooth, beyond the cementoenamel junction. The term dilated odontoma is used to describe the most severe variant of invagination (Type III), which is characterized by crown and/or root dilation of the affected tooth.
Objective: describe a rare case of a dilated odontoma shaped dens in dente in a mesiodens and its imaging findings, diagnosed by cone beam computed tomography.
Case presentation: a 14-year-old male patient was referred for radiographic examination of the mandible and maxilla to determine the cause of abnormal tooth eruption chronology. Two mesiodens were found on the maxilla. Due to the peculiar morphology of the mesiodens on the right side, cone beam computed tomography was performed. Multiplanar reconstructions revealed an oval structure on the eruption path of the upper right central incisor, in contact with its palatal surface. Coronal and sagittal reconstructions showed that invagination extended beyond the cementoenamel junction, without any additional apical/lateral formation.
Conclusions: the final diagnosis was dilated odontoma shaped type II dens invaginatus in a mesiodens.

Keywords: dens in dente; supernumerary tooth; cone beam computed tomography.

Caio Belém Rodrigues Barros Soares, Camila de Morais e Santiago, Flávia Maria de Morais Ramos-Perez, Gabriela Lopes de Rezende Barbosa, Marcelo Augusto Oliveira de Sales, Frederico Sampaio Neves
23 lecturas
Oral Burkitt's lymphoma associated with human immunodeficiency virus

Introduction: Burkitt's lymphoma is an aggressive form of B cell lymphoma generally diagnosed in children and young adults. This tumor has three variants: African (endemic), American (sporadic), and immunodeficiency-associated.
Objective: present a case of Burkitt's lymphoma that manifested as a tumor mass in the upper right maxillary region of a patient with AIDS treated at Professor Edgar Santos University Hospital in Salvador, Bahia, Brazil.
Clinical case: a male 20-year-old HIV-positive patient was referred from another hospital with a possible odontogenic infection that persisted after drainage and antibiotic therapy. The patient presented a tumor growth in the upper right gingival mucosa. After biopsy, histopathological findings were suggestive of Burkitt's lymphoma. An immunohistochemical panel was positive for CD20 and Bcl6 and negative for CD3, Bcl2, and terminal deoxynucleotidyl transferase antibodies. The Ki67 expression level was 80 %. The final diagnosis was immunodeficiency-associated Burkitt's lymphoma. The patient was successfully treated with cytoreductive chemotherapy (cyclophosphamide, doxorubicin, vincristine, and prednisone), followed by high-dose methotrexate, cyclophosphamide, doxorubicin and vincristine, alternating with high-dose cytarabine, ifosfamide and etoposide. No signs of recurrence have been noted during the follow-up period.
Conclusions: Burkitt's lymphoma is an aggressive neoplasia with a rapidly progressing clinical course. Therefore, differential diagnosis from other benign oral diseases is of great importance.

Keywords: Burkitt's lymphoma; mouth neoplasms; HIV.

Rafaela Maia Cardoso Almendra, Graziele Beanes da Silva Santos, Natália Nascimento Odilon, Leonardo Francisco Provedel de Souza, Viviane Almeida Sarmento, Luiza Cavalcante Fadul, Luciano Espinheira Fonseca Júnior
111 lecturas

Obituario

Dr. Leandro Castañón Roche (1925-2016)
María Elena Cobas Vilches, Maritza Canto Pérez, Ernesto Márquez Rancaño
1 lecturas